As agressões

No início de 1932 o estado estava vergado pela crise econômica, grassava a desolação no campo, era grande a agitação proletária nas cidades industriais, aconteciam freqüentes atritos nas ruas entre membros do povo e da Legião Revolucionária, e a polícia getulista reprimia duramente qualquer ato público.

O Partido Democrático de São Paulo, que tanto lutara em favor de Getúlio, deita um manifesto reprovador as constantes agressões contra o povo paulista e ao estado militarmente ocupado. A polícia getulista invade sua Sede, prende Vicente Ráo, um dos líderes revolucionários de 30, e idealizador do projeto de desmonte do “perrepismo” no estado. Já era demais! Os paulistas foram, todos, para as ruas. E apanharam.