A explosão da revolta

A revolta não acontecia só em São Paulo. No Rio Grande do Sul, no Paraná, em Santa Catarina, em Minas Gerais e até mesmo na capital, Rio de Janeiro, explodiram, entre o final de 1931 e o início de 1932, inúmeros Movimentos contrários ao governo e a sua política. A polícia getulista reagiu e muito sangue brasileiro rolou por praças e ruas. Muita gente foi presa.

O povo, porém, não se intimidou. Os jornais, mesmo aqueles alinhados ao governo, protestavam. O discurso era um só: “O governo provisório está provisório por tempo demasiado….precisamos de uma Constituição….de eleições…”.

São Paulo, por sua vez, exigia um interventor paulista e civil. Exigia, sobretudo, que o novo Secretariado não sofresse qualquer interferência dos próceres de 30. Os outros estados em revolta, vibraram com a notícia.